
Publicidade:
O anúncio pago, público e, impessoal de uma mensagem convincente por um patrocinador identificado, a promoção ou apresentação impessoal de uma empresa, dos seus produtos aos seus clientes existentes e potenciais.
Marketing:
O planeamento sistemático, execução e controlo de um mix de actividades de negócio, destinado a reunir compradores e vendedores para a troca mútua e vantajosa da transferência de produtos.
Vistas ambas as definições, é fácil compreender como a diferença pode ser confusa a tal ponto que as pessoas pensam ‘delas’ como sendo a mesma coisa, então vejamos.
A melhor maneira de distinguir entre a publicidade e o marketing é pensar em marketing como sendo um bolo, dentro desse bolo tem fatias de publicidade, pesquisa de mercado, planeamento de média, relações públicas, atribuição de preços dos produtos, distribuição, suporte ao cliente, estratégia de vendas e participação comunitária. A publicidade só equivale a uma fatia do bolo (na estratégia). Todos estes elementos devem não só trabalhar de forma independente, mas também devem colaborar para o objectivo maior. Marketing é um processo que leva tempo e, pode envolver horas de pesquisa para obter um plano de marketing eficaz.
Pense em marketing como tudo o que uma organização faz para facilitar o intercâmbio entre a empresa e o consumidor.
Publicidade serve o duplo propósito de espalhar a palavra sobre sua a organização e as suas actividades envolvendo os seus membros a trabalhar para o bem do grupo.
A publicidade eficaz exige que você procure saber quem, provavelmente, estará mais interessado no que a sua empresa oferece e como fará para os alcançar. Não existe uma fórmula, cada organização terá de desenvolver os seus melhores métodos de divulgação de eventos.
TIPOS DE ANÚNCIOS
Os tipos de anúncios objeto de autorização pela Prefeitura são:
- “outdoors” ou tabuletas - autorizados em imóveis edificados, não edificados, logradouros e áreas públicas, em medidas padronizadas;
- painéis e letreiros - simples ou luminosos, com área nunca superior a 300 m2;
- indicadores de logradouros - luminosos, colocados em áreas públicas, esquinas de logradouros, em estacionamentos e vias internas de áreas condominiais , de acordo com modelos próprios;
- indicadores de direção, de bairro ou locais turísticos, luminosos, instalados em logradouros, áreas públicas ou imóveis particulares;
- indicadores de parada de coletivos, simples ou luminosos, afixados no passeio, em postes indicadores de parada de coletivos;
- indicativos de hora e temperatura, luminosos,
- faixas;
- balões;
- bóias e flutuantes
- prospectos e panfletos;
- cabines telefônicas.
- imóveis edificados;
- imóveis em construção;
- imóveis não edificados
- logradouros ou áreas públicas
- área de condomínio.
- simples - sem iluminação, ou iluminados com iluminação externa;
- luminosos - com iluminação interna.
ANÚNCIOS INDICATIVOS E ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS
Indicativos são os anúncios colocados na fachada do imóvel, no próprio local onde a atividade é exercida, desde que contenham apenas referências ao estabelecimento, não podendo mencionar qualquer referência a terceiros e nem estarem instalados acima do piso do 3° pavimento ou a mais de 6 metros do nível do solo.
Publicitários são os anúncios:
- afixados no próprio local onde a atividade é exercida, com referência a produtos, marcas ou nomes de terceiros;
- afixados fora do local onde a atividade é exercida, com ou sem marca de produtos;
- afixados acima ou que ultrapassem o piso do terceiro pavimento da edificação;
- colocadas no alto das edificações, sobre telhado ou cobertura, nas fachadas acima do piso do último pavimento e nas empenas cegas de prédios;
- veiculados em imóveis em construção;
- afixados ao solo da área livre do imóvel.
A distinção entre anúncios publicitários é importante face à legislação e ao tratamento tributário.
ANÚNCIOS PROVISÓRIOS
São os do tipo "brevemente aqui", "aluga-se", "vende-se", ou semelhantes, bem como os destinados a veicular mensagens sobre liquidações, ofertas especiais ou congêneres, e eventos.
10 erros numa campanha de publicidade
1. Não definir claramente o "target" da campanha
Afinal, a quem se dirige a campanha de publicidade? Se não conseguir responder sem hesitar, é melhor não passar às fases seguintes do processo. E não é aceitável dizer que "o alvo da campanha são todos os consumidores". Nunca se consegue captar a atenção de todos eles. Mesmo para produtos de grande consumo, uma campanha de publicidade só pode ir em frente se tiver o público-alvo bem definido.
2. Não se distinguir da concorrência
Não conseguir descobrir o essencial acerca da marca [algo único e distintivo] que seja digno de destaque, e que nos ajude a motivar e conquistar o consumidor, é garantir o insucesso da campanha. É um erro que advém da falta de uma orientação estratégica clara.
3. Não conhecer bem o mercado-alvo
Um anunciante, ou agência de publicidade, pode saber claramente a quem é que pretende que a campanha se dirija, mas não conhecer bem o seu público-alvo. Quando se trata de uma marca conhecida no mercado, há que ir acompanhando a sua aceitação, a possível mudança de hábito dos consumidores e verificar possíveis formas de melhoria para, no momento da preparação da campanha, reunir o maior número de informações relevantes. O ideal é recorrer a estudos de mercado. Tratando-se de um produto ou serviço novo, há que se fazer uma sondagem junto de potenciais clientes para verificar a sua receptividade. Pesquisas com sessões de prova/experimentação do produto são bastante eficazes.
4. Errar na mensagem
O fato de a mensagem definida no "briefing" não ser inspiradora é uma falha grave. "Uma boa idéia não surge do nada. Ela resulta de um "salto criativo", dado em cima de uma orientação clara espelhada na mensagem. Quanto mais inspiradora e relevante ela for, melhor será a idéia criativa daí resultante". Portanto, discuta com a agência exaustivamente para que o briefing seja o inspirador das boas idéias.
5. Prejudicar a eficácia em prol da criatividade
É necessário refrear a imaginação dos criativos e fazer com que coloquem os pés na terra. Uma campanha pode ser tecnicamente brilhante, ganhar prêmios de criatividade, mas, na prática, não atingir o alvo e fracassar por completo. Se os consumidores a quem a mensagem supostamente deveria se dirigir não a perceberem, também não irão identificá-la como dirigida a eles e não a reterão em suas mentes.
6. Não ter em conta os aspectos culturais
Há produtos universalmente conhecidos. Mas, nem por isso deverá ser utilizada a mesma abordagem de campanha em todos os países. Diferentes culturas interpretam e reagem à mesma mensagem publicitária de formas diferentes. Por isso, é essencial definir uma estratégia consistente e ao mesmo tempo flexível para não ferir suscetibilidades. O mesmo se aplica à utilização de estereótipos (insinuar, por exemplo, que todas as mulheres são donas de casa) que podem ser encarados como um insulto, além de ajudarem a reforçar preconceitos sociais.
7. Escolher os meios publicitários errados
A televisão é um meio de comunicação de massas, mas poderá, nem sempre, ser o mais adequado para fazer uma campanha de publicidade. Muitas vezes para determinado produto chegar ao seu alvo, bastará um anúncio numa revista de menor tiragem, por exemplo, de uma determinada ordem profissional: chega a um número restrito de pessoas, mas essas podem ser exatamente o público-alvo do produto ou serviço em causa. Independentemente do orçamento disponível para a campanha, a escolha dos veículos ou mídias certos é imprescindível para não "dar tiros em todas as direções".
8. Não definir um orçamento publicitário
É muito fácil gastar muito dinheiro em publicidade. Os principais meios são dispendiosos e confiar uma campanha a uma agência também não fica barato. Por isso, é muito importante que, antes de dar qualquer passo, seja definido o valor que tem disponível no seu orçamento para publicidade e o apresente com clareza à agência que escolheu ou ao seu próprio departamento de publicidade. Os métodos, os meios e as pessoas que estarão envolvidas na campanha serão escolhidos também em função dele.
9. Não confiar a campanha a profissionais
Se a sua empresa não tem um departamento de publicidade, pense duas vezes antes de avançar com uma campanha feita por amadores. Apesar de ser mais dispendioso, é mais seguro entregar estes assuntos a quem sabe. Caso contrário, arrisca-se a gastar dinheiro e outros recursos em vão. A publicidade tem técnicas e métodos específicos que só os profissionais da área dominam.
10. Não ter um critério claro na escolha da Agência
Pense no que pretende de uma agência de publicidade.
- Quer contratá-la para um projeto de curta duração, ou para uma campanha de publicidade para maior tempo?
- O seu orçamento permite contratar uma grande agência. É mesmo isso que pretende?
- Uma grande agência pode não ser necessariamente a melhor para a sua empresa, nem ir ao encontro às suas necessidades ou orçamento.
É essencial fazer uma prospecção de mercado, marcar reuniões com algumas delas e obter referências sobre trabalhos anteriores. Desta forma, vai se reduzindo a amostra. No final, terá que selecionar uma entre as três ou quatro "finalistas".
Alguns Erros Capitais
"A falha de definição clara, em relação ao papel que a publicidade deve cumprir, por exemplo, no momento em que o "briefing" é passado ao departamento de criação, é fatal". Este é um erro capital a evitar. Uma campanha de publicidade "trabalha em conjunto com outras variáveis de marketing e é errado pressupor que pode substituir o papel que tem que ser cumprido por elas. Por exemplo, uma boa campanha de publicidade não substitui a falta de qualidade de um produto. Se for realmente boa, até contribui para um mais rápido insucesso do mesmo". Outro erro fatal é a "falta de orientação estratégica". É necessário fazer opções para separar o essencial do acessório. "Se quisermos fazer tudo para todo mundo, acabamos por não conseguir ser nada para ninguém".
Perder a noção em relação a quem se dirige a campanha é, por vezes, uma falha das próprias agências de publicidade. "Não se trata apenas de saber quem são e onde estão os consumidores que queremos motivar, conquistar ou fidelizar, mas de conhecer o insight que os fará reagir positivamente a uma mensagem. Muitas vezes, as campanhas são desenvolvidas tendo em consideração apenas a criatividade e, na maioria das vezes o resultado é desastroso. "Criatividade pela criatividade não é, nunca foi e nunca será sinônimo de eficácia".
Boa Publicidade
Má Publicidade
Bibliografia
http://marketingpublicidade.com/
http://www.deco.proteste.pt/interactive/decojuvenil/Nivel_2_PT/pdf/publicidade.pdf
http://www.slideshare.net/paulomathaus/publicidade-presentation
http://www.publicidadeemarketing.com/
http://poucobjectivos.blogspot.com/2008/10/boa-e-m-publicidade.html
http://obviousmag.org/archives/2006/09/boa_publicidade_1.html
Neste módulo foi proposto um trabalho sobre a publicidade que consiste em criar um cartaz para o grupo de dança da Escola Secundária Rocha Peixoto.
Também foi proposto pela Escola Secundária Rocha Peixoto fazer um cartão comenius para a visita do Programa Leonardo Da Vinci. Visto que um iria ser escolhido. Consegui fazer um bom trabalho no cartão e o meu foi escolhido porque consegui transmitir tudo o que foi pedido para colocar no cartão.




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